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Procon aponta diferença de até 362% no material escolar

Publicada em 16/01/2017 às 14:24

“O momento é de pesquisar, mas também, de conscientizar a garotada sobre o uso do material escolar de forma racional”. A observação é da coordenadora do Procon Jundiaí, Gabriela Glinternik, que teve participação direta na pesquisa de preço do material escolar realizada entre os dias 6 e 10 de janeiro, em oito estabelecimentos da cidade, quando 131 itens ao todo foram pesquisados.

CONFIRA A PESQUISA

O trabalho em conjunto do Procon Jundiaí e a Fundação Procon – SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, detectou diferença de preço de 362,42% para um mesmo produto. Caso do caderno brochura 1/4, capa dura com 96 folhas da Tilibra, que custa R$ 2,62 em um estabelecimento e R$9,99 em outro.

Variação de preço ultrapassa a 300%

A coordenadora do órgão em Jundiaí ressaltou que, mais do que divulgar valores, a ideia do Procon é propor educação ao cidadão. “A pesquisa serve para orientação, mas cabe aos pais, realmente, fazerem uma avaliação maior junto aos filhos. As crianças precisam saber o valor das coisas, têm que saber que um caderno com capa de personagem é muito mais caro que uma capa sem tema e, na verdade, a qualidade do produto muitas vezes é igual”, comentou Gabriela Glinternik.

O Procon também orienta os pais que, antes de ir às compras, verifiquem quais dos produtos da lista de material o consumidor já possui em casa e, ainda, se estão em condição de uso. Promover a troca de livros didáticos entre alunos que cursam séries diferentes também garante economia e reaproveitamento de recursos.

Com relação à forma de pagamento, as condições também diferem muito de um estabelecimento para outro e isso deve ser observado pelos pais. E, finalmente, o consumidor deve sempre pedir a Nota Fiscal, pois ela é essencial para que ele possa reclamar os seus direitos.

Assessoria de Imprensa
Foto: Divulgação



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